Eleições avançam com registro de candidaturas e início da campanha

Após o término das convenções partidárias, os partidos começam a registrar candidatos na Justiça Eleitoral, com prazo até 15 de agosto. A partir desse momento, as campanhas eleitorais ganham ritmo e os candidatos intensificam suas agendas públicas.
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Com o encerramento das convenções partidárias, as eleições brasileiras entram em uma nova fase, onde os partidos são responsáveis pelo registro de seus candidatos na Justiça Eleitoral. O prazo estabelecido para essa formalização se encerra no dia 15 de agosto. Neste momento, as candidaturas começam a ser oficializadas e as campanhas se intensificam em todo o país, seguindo o calendário determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

As convenções ocorridas nas últimas semanas definiram os principais nomes que concorrem à presidência. O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou a candidatura do presidente Lula à reeleição, mantendo Geraldo Alckmin, do PSB, como seu vice. Por outro lado, o PL confirmou o senador Flávio Bolsonaro como candidato à presidência e, na quarta-feira (5), anunciou Alfredo Gaspar, deputado federal do PL em Alagoas, como candidato a vice.

Com as chapas definidas, o próximo passo para os partidos é realizar o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral. Esse procedimento é imprescindível para que os candidatos possam participar do pleito e inclui a apresentação de documentos como certidões e outros comprovantes exigidos pela legislação.

O TSE tem a responsabilidade de julgar os pedidos de registro das candidaturas para os cargos de presidente e vice-presidente da República. Após a finalização do registro, as campanhas entram em uma nova etapa. Os candidatos começam a intensificar suas atividades, incluindo viagens, agendas públicas, entrevistas e encontros com eleitores, além de utilizarem as redes sociais e outros meios de comunicação, sempre respeitando as normas estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

Outro aspecto importante a ser considerado é a prestação de contas. Tanto os partidos quanto os candidatos são obrigados a informar à Justiça Eleitoral todas as receitas e despesas de suas campanhas, permitindo assim o acompanhamento da origem e da utilização dos recursos durante a disputa.

Até o mês de outubro, que é quando ocorrem as eleições, o calendário eleitoral prevê o início da propaganda gratuita no rádio e na televisão, além da intensificação da fiscalização por parte da Justiça Eleitoral e dos preparativos para a votação. Caso nenhum candidato à presidência consiga a maioria absoluta dos votos válidos no primeiro turno, que será realizado no dia 4 de outubro, os dois candidatos mais votados disputarão um segundo turno, agendado para o dia 25 do mesmo mês.