Lionel Messi, aos 39 anos, é amplamente reconhecido como um dos maiores jogadores de futebol da história. No entanto, após a derrota da Argentina para a Espanha na final da Copa do Mundo de 2026, onde o time foi superado por 1 a 0, as comparações entre Messi e Pelé perderam um pouco de força.
O desempenho da Argentina durante a competição fez com que muitos começassem a considerar as comparações entre as trajetórias de Messi e do Rei Pelé, especialmente com a possibilidade de um bicampeonato na terceira final consecutiva do time. Messi teve um desempenho notável ao longo da Copa, contribuindo diretamente para 12 dos 19 gols da Argentina, sendo 8 gols e 4 assistências.
Caso não fossem os dois gols de Kylian Mbappé na disputa pelo terceiro lugar, onde a Inglaterra venceu a França por 6 a 4, Messi poderia ter terminado a Copa como artilheiro. Contudo, a final foi um momento de grande frustração para o jogador, que, apesar de suas conquistas, saiu sem o título, sem o prêmio de melhor jogador e sem a artilharia, o que o distanciou ainda mais dos números de Pelé.
Em termos de desempenho em Copas do Mundo, Pelé se destaca ao ter conquistado três títulos em quatro edições, enquanto Messi levantou a taça uma única vez, apesar de ser o recordista em participações, com seis Copas e três finais consecutivas.
Além dos títulos, Pelé também supera Messi em termos de desempenho por partida. O Rei do Futebol anotou 12 gols e deu nove assistências em apenas 14 jogos, apresentando média de 0,86 gol e 0,64 assistência por partida. Por sua vez, Messi encerrou sua trajetória em Mundiais com 21 gols e 12 assistências em 31 jogos, resultando em médias de 0,68 gol e 0,39 assistência por partida.
Esses números mostram que, proporcionalmente, Pelé se mostrou mais decisivo que Messi na mais importante competição entre seleções, reafirmando sua posição como um dos maiores ícones do futebol mundial.