Gleisi defende aumento imediato da mistura do biodiesel no diesel

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A deputada afirmou que acompanha de perto a expansão do setor no Paraná –

A deputada federal e pré-candidata ao Senado Gleisi Hoffmann destacou, nesta segunda-feira (13), o potencial da cadeia produtiva do biodiesel no Paraná e defendeu o aumento imediato da mistura de biodiesel no diesel fóssil dos atuais 15% (B15) para 16% (B16). Segundo Gleisi, o aumento da mistura é “importante para o Brasil, principalmente diante da guerra entre Estados Unidos e Irã”, e representa “uma oportunidade e um diferencial para o Paraná”.

A manifestação ocorre na esteira da visita do presidente Lula ao Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), em São Caetano do Sul (SP), para acompanhar os testes que devem atestar a viabilidade de elevar a mistura de biodiesel no diesel além dos atuais 15%. Os testes são exigência da Lei do Combustível do Futuro e abrem caminho para o país avançar até 25% na mistura.

“O Paraná é protagonista na produção de biodiesel no Brasil. A maior empresa do setor está aqui, na Lapa. Precisamos avançar já para o B16. O aumento da mistura no diesel vai ajudar o Brasil nesse momento de guerra e, ao mesmo tempo, fortalecer a cadeia produtiva no estado, gerando empregos e desenvolvimento, dos produtores às usinas”, disse Gleisi.

A deputada afirmou que acompanha de perto a expansão do setor no Paraná, em diálogo permanente com empresários e produtores e na articulação, junto ao governo federal, de iniciativas de estímulo ao setor.

Ela ressaltou que participou, em junho de 2023, com o vice-presidente Geraldo Alckmin, da inauguração da ampliação da indústria de biodiesel do Grupo Potencial, na Lapa. Recentemente, a empresa anunciou investimento de R$ 6 bilhões para ampliar seu complexo industrial no município, com o objetivo de se tornar a maior produtora mundial de biodiesel a partir de óleo de soja, em um único lugar.

“O presidente Lula sempre estimulou os investimentos em energia renovável e hoje o Brasil é referência mundial em matriz energética limpa. Além de contribuir para transição energética no país, o aumento da mistura do biodiesel fortalece a cadeia produtiva paranaense, já que parte da soja utilizada será adquirida de produtores do estado. O Paraná está puxando esta transformação, com uma cadeia produtiva de biodiesel cada vez mais forte e estratégica para o país”, afirmou Gleisi.

PNPB

A política teve início no primeiro mandato do presidente Lula, quando foi criado o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB), em 2004. O programa começou com a inclusão de 3% (B3) de biodiesel no combustível fóssil e foi gradativamente subindo até chegar a 13% (B13). No passado, porém, o governo anterior reduziu para 10%.

Com informações de assessoria de imprensa 



Fonte:A Rede PG