O ano 1 da gestão de Joaquim Silva e Luna começou com a manutenção da estrutura de acomodação política na máquina pública e terminou com um evento de Natal questionado pela população. O prefeito concedeu aumento de 60% a assessores e dobrou o salário de diretores, gerando um custo adicional de R$ 12 milhões ao contribuinte.
O Natal teve orçamento de R$ 4,5 milhões, dos quais R$ 2,4 milhões foram destinados à decoração. Antes mesmo dos cem dias, duas exonerações no primeiro escalão derrubaram os titulares das secretarias de Meio Ambiente e da Mulher.
Silva e Luna prorrogou o contrato do transporte coletivo em R$ 165 milhões por dois anos e elevou de R$ 392 milhões para R$ 635 milhões o montante destinado à coleta de lixo. O Ministério Público acionou o prefeito em razão da buraqueira na cidade e da qualidade do material utilizado nos remendos viários.
A gestão de Silva e Luna enfrentou desajustes político-institucionais, com demissões de secretários e a queda do diretor-presidente da Fundação Cultural. Um contrato sem licitação do Instituto de Transportes e Trânsito de Foz do Iguaçu (Foztrans) veio à tona, beneficiando a Celepar, empresa estadual incluída nos planos de privatização do governo.