Ranking de homicídios revela concentração em estados governados por aliados de Lula

Os dados do Atlas da Violência 2026 mostram que os estados liderados por petistas ou aliados do presidente Lula apresentam as maiores taxas de homicídios no Brasil, com Amapá no topo da lista.
Foto: Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Foto: Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Os estados do Brasil que são governados por petistas ou aliados do presidente Lula (PT) dominam as estatísticas de homicídios, conforme revelado pelo Atlas da Violência 2026. O estudo foi divulgado recentemente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados indicam que o Amapá, sob a administração de Clécio Luís (União Brasil), é o estado mais violento, registrando uma alarmante taxa de 45,7 homicídios para cada 100 mil habitantes, mais que o dobro da média nacional, que é de 20,1 homicídios por 100 mil habitantes.

Logo em seguida, a Bahia, que está sob o controle do PT há 19 anos, apresenta uma taxa de 40,9 homicídios por 100 mil habitantes. Pernambuco, com governança por Raquel Lyra (PSD), ocupa a terceira posição com 37,3 homicídios, seguida por Alagoas com 35,9 e Ceará com 34,3. É importante ressaltar que apenas Raquel Lyra manteve uma postura de neutralidade política em relação ao governo Lula entre os governadores destes estados.

Embora a média nacional de homicídios tenha registrado uma queda de 8,6% entre os anos de 2019 e 2024, o Ceará se destaca negativamente, apresentando um aumento de 28% nos homicídios, a maior elevação do país nesse período.

Por outro lado, os estados que apresentam as menores taxas de homicídios são governados por políticos da oposição. São Paulo destaca-se como o estado mais seguro, com uma taxa de 6,6 homicídios por 100 mil habitantes. Em seguida, aparecem Santa Catarina, com 8,1; o Distrito Federal, com 10,3; Minas Gerais, com 12,8; e o Rio Grande do Sul, com 15,2. Esses dados evidenciam um cenário preocupante de violência em algumas regiões do Brasil, especialmente naquelas com vínculos mais próximos ao governo federal.