A direita enfrenta o desafio de SE diferenciar neste ano, buscando não apenas conquistar algumas eleições, mas estabelecer um projeto de país que perdure. A política atual no Brasil e no mundo é marcada pelo "imediatismo simbólico", onde as estratégias visam atender expectativas eleitorais sem deixar legados significativos.
Neste cenário, tanto a direita quanto a esquerda SE moldam para agradar seus eleitorados, o que compromete a construção de legados duradouros. Para efetivar mudanças que impactem a história democrática, é necessário resguardar valores morais e promover um debate cultural que aborde princípios fundamentais em áreas como política, economia e segurança.
A falta de coragem para moldar a cultura em um contexto histórico efetivo resulta na predominância de um pragmatismo político que SE mostra ineficaz em administrações transitórias. Embora a cultura não deva ser moldada exclusivamente por políticos, é essencial que eles atuem como promotores de uma civilização organizada e livre.
Atualmente, existe uma desconexão entre a cultura promovida em universidades e o que a população realmente acredita. O identitarismo enfrenta um declínio, sobrevivendo mais pela militância do que por um enraizamento na sociedade. Essa situação evidencia que o progressismo não representa uma expressão genuína do senso comum, mas uma adaptação ideológica.
Mudanças econômicas e frustrações com promessas políticas não cumpridas têm enfraquecido a representatividade, especialmente quando há discrepâncias entre discurso e realidade. Nesse contexto, o senso comum, alimentado por valores culturais e tradições, SE torna crucial na formação da opinião pública.
Para a direita, uma atuação estratégica e a superação de fragmentações internas podem ampliar sua influência cultural e política. O desenvolvimento de um projeto a longo prazo deve priorizar articulação e conexão com a realidade social, em vez de respostas imediatas.