Carolina Silva Nascimento, de 22 anos, começou a jogar críquete em Poços de Caldas através de um projeto social. A experiência moldou sua formação em Educação Física e a levou à Seleção Brasileira, onde é arremessadora e capitã da equipe que disputará o Campeonato Mundial na África do Sul em abril.
Desde 2018, Carolina participa do projeto, que já influenciou mais de 12.000 jovens. O CEO da Confederação Brasileira de Críquete, Matthew Ross Featherstone, destaca que, desde 2015, o país se tornou referência no críquete sul-americano e vê um futuro promissor para a Seleção Brasileira Feminina.
Roberta Muretti, atleta e presidente da Confederação Brasileira de Críquete, também expressa otimismo e fala sobre o investimento na profissionalização dos atletas. Ela está focada em levar a equipe aos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028 e espera surpresas nas competições internacionais de 2026.
O críquete, semelhante ao baseball, pode ser praticado em três categorias: test-cricket, críquete de um dia e Twenty20. Neste último formato, cada equipe é composta por 11 jogadores e as partidas têm um número limitado de 'overs', o que pode impactar as chances de cada jogador rebater durante o jogo.