Livro de Paola Serra revela detalhes sobre o caso de Henry Borel e agressões ignoradas

A obra 'Caso Henry: Morte Anunciada' de Paola Serra expõe bastidores da investigação da morte de Henry Borel, destacando sinais de agressões antes do crime em 2021.
Foto: 1 de 1 Foto em preto e branco de Henry Borel - Foto: Reprodução/Instagram
Foto: 1 de 1 Foto em preto e branco de Henry Borel - Foto: Reprodução/Instagram

O julgamento dos acusados pela morte de Henry Borel, de 4 anos, teve início no Rio de Janeiro em 23 de março de 2026. O caso, um dos mais emblemáticos do Brasil, recebeu nova atenção com o lançamento do livro 'Caso Henry: Morte Anunciada', da jornalista Paola Serra. A obra reúne detalhes da investigação e aponta que a criança sofreu agressões antes de falecer em março de 2021.

Entre os detalhes revelados, o livro menciona a escolha do nome Henry, que teria um significado simbólico para Monique Medeiros, além de tentativas de obstrução nas investigações por parte do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior. Mensagens de texto e ligações foram feitas por ele para influenciar o tratamento do caso e a perícia indicou que o apartamento foi limpo antes da chegada da polícia.

A recuperação de mensagens apagadas do celular de Monique revelou que a babá Thayna Ferreira noticiou agressões contra Henry no quarto do casal. Apesar de discutir com Jairinho, Monique não afastou o filho e manteve o relacionamento. A obra também traça o perfil dos acusados, destacando o comportamento violento de Jairinho e a preocupação de Monique com sua imagem nas redes sociais.

Além disso, o livro menciona a vaidade de Jairinho, que tinha uma rotina rigorosa de cuidados com sua aparência. O caso de Henry Borel continua gerando repercussão e questionamentos sobre a proteção de crianças em situações de risco.