A pesquisadora e influenciadora digital Nine Borges foi absolvida de um inquérito conduzido pela Polícia Federal no Distrito Federal. Ela foi acusada de 'transfobia' após denunciar irregularidades em instituições públicas em nome da agenda woke.
O processo começou após a denúncia de Nine contra Symmy Larrat, chefe da Secretaria Nacional LGBTQIA+, do Ministério de Direitos Humanos do governo Lula. Ela denunciou que repasses de milhões de reais foram feitos para uma ONG LGBT registrada no mesmo endereço onde está situada outra ONG, da qual Larrat já foi presidente.
Nine apresentou dados sobre repasses públicos que somariam mais de R$ 5 milhões, sendo mais de R$ 3 milhões destinados pela Secretaria LGBT à ONG Aliança LGBTI+. A organização passou a operar a chamada “Plataforma do Respeito”. As informações utilizadas foram extraídas do Portal da Transparência.
Symmy Larrat, que afirma ser uma mulher transgênero, apresentou a representação que deu origem a um pedido formal de instauração de inquérito contra a pesquisadora. Nine foi intimada por e-mail e precisou de representação jurídica para ter acesso aos autos.