O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), havia autorizado a quebra dos sigilos bancário, telemático e fiscal de Fábio Luis Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente Lula, antes do pedido da CPI do INSS.
A decisão é do mês passado. O relator da investigação das fraudes no INSS no STF aceitou um pedido da Polícia Federal, que investiga o envolvimento do empresário.
Mensagens que a PF extraiu do celular de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, principal operador do esquema criminoso, citam o repasse de ao menos R$ 300 mil para “o filho do rapaz” – que, segundo os investigadores, seria uma alusão a Lulinha.
A CPMI do INSS aprovou o requerimento da quebra de sigilo. O pedido de elaboração de relatórios de inteligência financeira e de quebra dos sigilos foi solicitado por Alfredo Gaspar (União-AL).