A prefeitura de Foz do Iguaçu deixou de realizar a formação antes do retorno às aulas, o que fez com que os alunos ficassem uma semana sem aulas. A medida foi tomada repentinamente na Secretaria Municipal de Educação (Smed).
A decisão foi criticada pela direção do Sinprefi, sindicato que representa professores e profissionais da rede municipal. Eles consideram que a medida não seguiu os trâmites oficiais de planejamento e comunicação aos profissionais. Além disso, a medida não constou no Calendário Escolar Oficial aprovado em 2025 para vigência em 2026.
A gestão do prefeito Joaquim Silva e Luna (PL) defendeu a medida, afirmando que o período para estudo e planejamento é essencial para que diretores, coordenadores, professores e demais profissionais da educação possam organizar suas ações e garantir atendimento de qualidade.
A situação causou preocupação entre os pais, mães e responsáveis que têm dificuldades para deixar os filhos em segurança com a folga prolongada que não estava prevista. Além disso, os educadores do município atribuem à prefeitura a falta de planejamento, o que incorreu no transtorno na programação das classes, dos alunos e das famílias