Evento passa a gerar emprego e estimular cadeia produtiva envolvendo setores como turismo, logística, alimentação e segurança. A festa deixa de ser temporada de baixa ocupação na capital, impulsionando também o comércio local e eventos descentralizados.
Empresas e moradores sentem maior demanda por serviços como transporte e hospedagem, mesmo sem saída de turistas. A cidade conta agora com mais de 600 blocos espalhados por diferentes regiões, além de atrações em pontos como Avenida Paulista e Parque Ibirapuera.
A expansão dos desfiles e atrações reverteu a lógica de décadas, quando São Paulo registrava queda na movimentação urbana. Com a descentralização, a cidade ganhou novas áreas de concentração, benefício direto para a economia e para o folião.
O impacto econômico reflete a capacidade do carnaval de se reinventar, atraindo não apenas moradores, mas também visitantes externos.