Argentina registra inflação de 2,9% em janeiro de 2026, com alta interanual de 32,4%

O índice de preços ao consumidor (IPC) subiu no primeiro mês do ano, enquanto alimentos e energia lideraram as variações regionais.
Imagem ilustrativa da inflação na Argentina — Foto: H2FOZ
Imagem ilustrativa da inflação na Argentina — Foto: H2FOZ

Os números da inflação oficial da Argentina em janeiro de 2026 foram divulgados, apontando um aumento de 2,9% no IPC em relação a dezembro de 2025. Com isso, o indicador interanual, que leva em conta os últimos 12 meses, marcou 32,4%.

O maior reajuste na comparação mensal foi observado no segmento de alimentos e bebidas não alcoólicas (4,7%), seguido por restaurantes e hotéis (4,1%). Já os setores com menor impacto foram educação (0,6%) e roupas e calçados, que registraram queda de 0,5%.

Entre as regiões, o Nordeste teve a maior inflação em janeiro, com 3,8%, destacando-se o aumento de até 13% nas tarifas de eletricidade, gás e combustíveis. Alimentos subiram 4,8% na média regional.

O governo projeta uma inflação de 20% para o ano, número que difere das estimativas mais pessimistas do mercado. Em 2025, o IPC fechou em 31,5%, menor que os 117,4% de 2024 e os 211,4% de 2023.