O prefeito de Puerto Iguazú, Claudio Filippa, afirmou que os serviços de aplicativos de transporte, como o Uber, não terão trégua na cidade argentina. A prefeitura está recorrendo de uma decisão judicial que deu ganho de causa a um motorista que questionou as restrições às plataformas. Enquanto isso, o município continuará a fiscalizar o trânsito, aplicando multas e apreendendo veículos.
No dia 2 de fevereiro, Filippa participou da abertura dos trabalhos legislativos do Conselho Deliberante. Ele ressaltou que a prefeitura não nega oportunidades de trabalho, mas destacou que é necessário respeitar as leis locais. O presidente do Conselho Deliberante, Carlos Ríos, mencionou que os vereadores analisarão um texto municipal sobre o uso de aplicativos de transporte nas próximas semanas.
Fabián De Sa, um advogado que defendeu a ação vitoriosa do motorista, agora faz parte do Conselho e promove a liberação das plataformas, argumentando que isso melhoraria a mobilidade urbana. Os setores de táxi e transporte turístico têm grande influência política em Puerto Iguazú, afetando as decisões do poder público local.
Nas redes sociais, moradores expressam suas opiniões sobre as restrições ao Uber e outros serviços de transporte, ao mesmo tempo em que levantam preocupações sobre a baixa remuneração dos motoristas. A discussão sobre a legalidade e regulamentação do Uber em Puerto Iguazú continua a gerar debates acalorados na comunidade.